249 dias sem governo e dizem que é recorde??! Só?
Allô Tintins!!? Engano rapazes!!?
Nós estamos desde 1974… façam lá igual….
in blog Poia.
Luanda Angola Portugal. Memórias. Desporto. Livros. Filmes. Televisão. Música. E tudo o que me for na Alma.
debruçada sobre o mar
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Angola vai mudar de nome.
O abate do Quinaxixi foi só uma questão de planificação urbanística pormenorizada como é a cidade de Luanda desde 1975? Ou só uma questão de ganância de mais alguns? Ou só uma questão de apagar uma marca herdada do colonialismo? Ou só as três?
As obras na marginal? São só uma questão de novo-riquismo misturado com pechisbeque Bubai? Ou só uma questão de dar mais uns dinheiros a ganhar com uma obra estúpida e desnecessária? Ou vontade de mudar o rosto de Luanda, que os Portugueses deixaram? Ou as três?
Estes dois exemplos, provavelmente os mais evidentes e por isso visíveis a esta distância (física e emocional relativa àquele suposto país), levam-nos forçosamente a concluir que há dois aspectos comuns, e que por isso, poderão indicar alguma razoabilidade na suspeita: dinheiros e apagar heranças.
Imagine o leitor que alguém recebe uma boa, mesmo muito boa quantia em herança, e com o dinheirinho na sua conta, cospe (no sentido figurado e/ou próprio do termo) no seu testador? O que lhe ocorrerá pensar dessa pessoa? Presumo que nada de abonatório! Eu não consigo gostar de quem cospe no prato que comeu ou em quem lhe deu alguma coisa.
Um povo, aqui povo é uma mera figura retórica, porque esse desgraçado povo, só é chamado como pretexto, que não respeita o seu passado, não só não é digno do presente, como não terá um futuro promissor, certamente.
A má gestão dos dinheiros públicos, neste caso os petoquanzas, ou os diamantequanzas, é crime, contra o tal infeliz povo e a desditoso país.
Não é original e próprio de lacaios do imperialismo colonialista fascistas como Mobutu, Bokassa, só para dar exemplos do continente que muito repugnaram o mui marxista e soviético formado Sr. Santos. Na linguagem simples das pessoas comuns, chamam-lhe roubo. Coisa que obviamente não se pode aplicar ao continuador da revolução angolana que o MPLA, defensor do oprimido e escravizado povo. Nem à sua família proprietária de bancos e numerosos negócios na detestável terra Portuguesa, adquiridos com os proventos de tanto, árduo e honesto trabalho da família Santos. Recorde-se que este heróico resistente anti-colonialista começou a sua esforçada vida, a sua caminhada à gloriosa condução dos destinos dos seus irmãos, no fascizante colonial Liceu Nacional (português) Salvador Correia.
A questão “dinheiro” está espreitada. Passemos à questão apagar a marca/herança portuguesa.
Algumas questões soltas.
Quantos angolanos morreram em defesa ou na luta do estabelecer das fronteiras angolanas?
Estariam, nos momentos em que se estabeleceram os traços que dão a forma angolana, com tanto esforço e sacrifícios, criando postos militarizados em zonas remotas, por exemplo, os vários povos de Angola disponíveis para unirem esforços? Eles que se guerrearam e escravizaram durante séculos?
Se a marca portuguesa é vista com asco pelos defensores do povo, não seria já tempo de escolher outra língua, dar independência a Cabinda, que só está agregada ao território angolano, por decisão portuguesa? Não seria de mudar de nome?
Nesse caso era provável que encontrássemos proximamente um país chamado Santoslandia ex RP de Santoslávia ou coisa ridiculamente parecida.
Não é possível. Por mais areia que ponham a onde quer que seja. Angola é uma invenção portuguesa. E a criatura, nunca se liberta do criador, por mais que o faça. Podem afogar-se em petróleo, enterrarem-se em areia/terra com a boquinha cheia de diamantes, no meio da soterrada baía. Nunca conseguiram apagar a marca lusitana. As fronteiras herdadas do colonialismo, são sagradas dizia a OUA.
Posso renegar os meus parentes todos. Arranjar uma outra identidade, que será falsa. O sinal na pele que tenho na face direita. O Nariz, o sorriso. Denunciam-me. Eu sou neto e filho daquela gente.
Angola, é uma obra portuguesa. Tirem todos os monumentos (estátuas). Escondam-nas na fortaleza, mas ups, também foram os tugas que construíram o sítio onde vamos guardar os sinais mais exteriores e imediatos da sua impressão digital…
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Jornadas Mundiais da Juventude. Madrid 2011
“Com todas as forças do meu coração: que nada e ninguém vos tire a paz; não vos envergonheis do Senhor! Ele fez questão de fazer-se igual a nós e experimentar as nossas angústias para levá-las a Deus, e assim nos salvou".
Bento XVI no discurso à chega a Madrid
Quinta18: Programa para o resto do dia
19:30
Cerimónia de boas- vindas dos jovens em Cibeles, cruzará a Porta de Alcalá com jovens dos cinco continentes. Depois, subirá ao papamóvel, que o levará até à praça Cibeles.
21:30
Uma luz na noite
Depois de receber o Papa em Cibeles, doze imagens de Nossa Senhora de todo o mundo estarão nas ruas de Madrid para que os jovens peregrinos as visitem, cantem e rezem.
Sexta-feira 19 de agosto
11:30 Encontro com religiosos jovens no Pátio dos Reis do Mosteiro de El Escorial. Encontro com professores universitários jovens, na Basílica de El Escorial.
19:30 Via Sacra na Praça Cibeles.
Sábado 20 de agosto
10:00 Missa para seminaristas na catedral da Almudena.
19:40 Visita à Fundação Instituto São José, centro de acolhimento a pessoas portadoras de deficiência da Ordem Hospitaleira de São João de Deus.
20:30 Vigília com os jovens no aeródromo de Cuatro Vientos.
Domingo 21 de agosto
9:00 Chegada a Cuatro Vientos e passagem em papamóvel pelo recinto.
09:30 Início da Missa de Envio da JMJ
17:30 Encontro com os voluntários da JMJ no recinto ferial IFEMA.
18:30 Despedida oficial no aeroporto de Barajas.
Aqui um momento de oração pelos jovens e todos os presentes nas jornadas. Para que Deus os ilumine, saibam aproveitar a presença inspiradora e pedagógica do Papa. Para que saibam dar uma resposta em caridade a quem os provoca e contesta. Um momento de oração pedindo perdão pelas ofensas dos que se sentem incomodados pela luz de Cristo que brilha nos jovens presentes na jornada.
in Luxmundi.blogspot.com
Uma salva de palmas (leia-se palmadas, era o que mereciam pela falta de maturidade cívica) a todos os democratas, respeitadores da liberdade de pensamento e de opção de vida, que se manifestaram agressivamente, com insultos ao Papa e aos peregrinos participantes na Jornada Mundial da Juventude em Madrid com beijos gay, arremesso de preservativos.
Alguns livres-pensadores agnósticos ateus, ainda não ultrapassaram o período da república espanhola que antecedeu a tragédia da guerra civil. Regista-se a elevação dos manifestantes.
Lamenta-se e regista-se o bulling social a que mais uma vez os crentes Católicos são sujeitos.
Quinta18: Programa para o resto do dia
19:30
Cerimónia de boas- vindas dos jovens em Cibeles, cruzará a Porta de Alcalá com jovens dos cinco continentes. Depois, subirá ao papamóvel, que o levará até à praça Cibeles.
21:30
Uma luz na noite
Depois de receber o Papa em Cibeles, doze imagens de Nossa Senhora de todo o mundo estarão nas ruas de Madrid para que os jovens peregrinos as visitem, cantem e rezem.
Sexta-feira 19 de agosto
11:30 Encontro com religiosos jovens no Pátio dos Reis do Mosteiro de El Escorial. Encontro com professores universitários jovens, na Basílica de El Escorial.
19:30 Via Sacra na Praça Cibeles.
Sábado 20 de agosto
10:00 Missa para seminaristas na catedral da Almudena.
19:40 Visita à Fundação Instituto São José, centro de acolhimento a pessoas portadoras de deficiência da Ordem Hospitaleira de São João de Deus.
20:30 Vigília com os jovens no aeródromo de Cuatro Vientos.
Domingo 21 de agosto
9:00 Chegada a Cuatro Vientos e passagem em papamóvel pelo recinto.
09:30 Início da Missa de Envio da JMJ
17:30 Encontro com os voluntários da JMJ no recinto ferial IFEMA.
18:30 Despedida oficial no aeroporto de Barajas.
Aqui um momento de oração pelos jovens e todos os presentes nas jornadas. Para que Deus os ilumine, saibam aproveitar a presença inspiradora e pedagógica do Papa. Para que saibam dar uma resposta em caridade a quem os provoca e contesta. Um momento de oração pedindo perdão pelas ofensas dos que se sentem incomodados pela luz de Cristo que brilha nos jovens presentes na jornada.
in Luxmundi.blogspot.com
Uma salva de palmas (leia-se palmadas, era o que mereciam pela falta de maturidade cívica) a todos os democratas, respeitadores da liberdade de pensamento e de opção de vida, que se manifestaram agressivamente, com insultos ao Papa e aos peregrinos participantes na Jornada Mundial da Juventude em Madrid com beijos gay, arremesso de preservativos.
Alguns livres-pensadores agnósticos ateus, ainda não ultrapassaram o período da república espanhola que antecedeu a tragédia da guerra civil. Regista-se a elevação dos manifestantes.
Lamenta-se e regista-se o bulling social a que mais uma vez os crentes Católicos são sujeitos.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
15 de Agosto.
Data da reconquista de Angola ao Holandeses por Salvador Correia de Sá e Benevides. Dia de grande festa na mui Portuguesa e bonita cidade de São Paulo da Assunção de Luanda. Angola Portugal. Informalmente celebrava-se o dia de Luanda e Angola Portuguesa.
Regista-se por isso aqui e de forma especial esta data e o seu significado histórico para Angola Portuguesa, neste ano de modo solene, pelo cinquentenário da resistência portuguesa contra o terrorismo internacional contra a soberania nacional na província/estado.
Para assinalar esta data a que associamos o cinquentenário da guerra do ultramar português contra a ofensiva terrorista internacional, deixo algumas sugestões de leitura:
Documentais:
Angola: anatomia de uma tragédia. Cardoso, General Silva. Oficina do livro.*1
Angola, terra prometida. Fonseca, Ana Sofia. Esfera dos livros.*2
Era tempo de morrer em África. Carvalho, Nogueira e. Prefácio.
Um outro lado da guerra. Silveira, Nuno Roque da. Edições Colibri.
Memórias de África. Oliveira, Jorge Eduardo da Costa. IPAD.
Jogos Africanos. Pinto, Jaime Nogueira. Esfera dos Livros.
Angola 61. Mateus, Dalila Cabrita e Mateus, Álvaro. Texto.*3
Dias de coragem e de amizade. Pinto, Nuno Tiago. Esfera dos Livros*4
Romances:
Os retornados. Magalhães, Júlio. Esfera dos livros.
Angola amor impossível. Coelho, A. Passos. Fronteira do Caos.
Angola a ferro e fogo. Villiers, Gérard de. Saída de emergência.
O último ano em Luanda. Rebelo, Tiago. Editorial Presença*5
A balada do ultramar. Acácio, Manuel. Oficina do Livro. *6
*1Absolutamente fantástico. Aproveito para homenagear o Sr. General.
*2 Muito bom.
*3 Ainda não tive ocasião de o ler aprofundadamente. Autores com obras como: “Nacionalistas de Moçambique” e reportagens na zona libertada pelo PAIGC, chamo a atenção para eventual necessidade de uma leitura filtrada pelos valores da verdade pátria.
*4 Não me foi ainda possível fazer chegar ao autor o meu agradecimento pelo livro absolutamente fantástico e comovente. Presto aqui a minha homenagem ao autor e aos autores/protagonistas das histórias. A todos, mas em especial a estes o meu sentido e emocionado abraço. Já por muitas vezes pensei que tenho que fazer uma homenagem aos HEROIS do ultramar, mas não tenho nem coragem nem saber, para o fazer. Hei-de arranjar forma, ao menos que simbólica, de o fazer.
*5 Agradeci ao autor pela fantástica obra. De um enorme realismo. Eu sei. Eu vivi.
*6 Para o fim e de propósito, o mais fantástico dos romances que já li sobre o “fenómeno” descolonização/retornados/emocionalmente estropiados por causa da tragédia. Comovente. Tive ocasião de agradecer ao autor e faço aqui a minha homenagem pública e agradecimento por ter posto por escrito tantos sentimento que tenho comigo.
Deixo um excerto do livro:
“Eu sou de Angola… Eu ainda digo jindungo em vez de malagueta, geleira em vez de frigorífico, curita em vez de penso rápido e jinguba em vez de amendoim.”
Outros “documentos” e romances, há. Tenho-os, mas seleccionei estes. Sem qualquer intuito publicitário, uma referência a duas editoras. Pela qualidade e constância na abordagem da temática nas duas vertentes referidas. Esfera dos livros e Oficina do Livro. A estas instituições o meu obrigado, muitas edições e mais sobre este assunto.
Aos amigos que me visitam: um obrigado por continuarem a fazer. Um pedido de desculpas por esta ausência. Deveria ter avisado. Foi uma sequência de muito trabalho, seguido de uma viagem ao estrangeiro e um período de preguiça/descanso.
Estou de volta com a irregularidade me caracteriza este espaço. Obrigado por lerem. Boas férias para que ainda não as teve ou está a ter.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Ou o quê?
Imagine o estimado leitor, que na rua a onde vive havia duas mercearias. Por qualquer razão aquele espaço que estava ocupado com uma repartição iria ser vendido ou alugado. O candidato pretendia abrir uma mereceria, uma terceira, portanto. Os donos das mercearias. Dirigiam-se ao município e protestavam dizendo que não havia mercado suficiente para tanta mercearia. Deveria o estado/município voltar a trás e para não prejudicar as mercearias e os merceeiros continuar com a repartição? E se em vez de mercearias, fossem talhos? Ou restaurantes… ou cinemas? Ou padarias? …Ou estações de televisão?
Ou estações de televisão? Ou não estamos numa economia de mercado? Ou há áreas de investimento privadas…reservadas? Ou o quê?
Ou devo continuar a pagar a RTP que não vejo, para a SIC que não gosto e a TVI que também não gosto, poderem continuar a por no ar programas que não quero?
Ou o quê?
Ou estações de televisão? Ou não estamos numa economia de mercado? Ou há áreas de investimento privadas…reservadas? Ou o quê?
Ou devo continuar a pagar a RTP que não vejo, para a SIC que não gosto e a TVI que também não gosto, poderem continuar a por no ar programas que não quero?
Ou o quê?
in blog pb
quinta-feira, 30 de junho de 2011
A Sua Alteza Sereníssima Alberto do Mónaco e sua noiva, votos de muitas felicidades.
É bonito, organizado, monárquico. Apesar de geograficamente mínimo, por mérito próprio tem uma visibilidade invulgar.
Detêm o mais famoso casino da Europa, o GP de F1 mais mediático, o Rally mais charmoso, um torneio de Tenis super chic, um clube de futebol que participa no campeonato francês (e que desceu de divisão, não pode ser tudo maravilhoso) e uma enormidade de eventos glamorosos.
É uma das minhas pátrias de adopção.
A todos os cidadãos monegascos um dia feliz.

terça-feira, 28 de junho de 2011
Basta de Gregos. Venham os Troianos…
Esta história da impunidade cansa.
Cansa muito.
Mais cansa quando se repete, é grave o erro/incumprimento/maldade/crime/oquefor. Quando uns pagam, e não está em causa que paguem… Mas que os últimos Khemers Vermelhos, os Assassinos dos Kosovos e arredores, e quanto a estes nada a objectar, mas que pessoas que estragaram países com acções que revelam incúria, incompetência ou pura corrupção, não me parece justo que fiquem calmamente na oposição (caso ex governo grego), ou a fazer uma qualquer coisa como filosofia técnica por faxe ou mail (caso ex-primeiro nacional). Incomoda-me que depois da porcaria feita rumem a um (free) port qualquer, onde recomeçam ou esperam pela próxima oportunidade…
Isto aplica-se a países num todo, porque de um todo se trata. Uma classe dirigente, mentiu, fingiu, enganou, outra nas instâncias europeias deixaram-se ou fizeram de conta que não deram conta, estou a referir-me especialmente ao caso grego. Outros teremos. A nível interno encontraríamos com facilidade. E agora pagam todos?
Farta, cansa, deixa-me indignado… e sei que não sou o único.
in blog pb
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Argentina, River Plate, Maradona…

A Argentina sempre exerceu sobre mim um certo fascínio. Acabou por resultar numa admiração.
Um pedaço de Europa, no hemisfério sul. Uma terra profícua em mitos (de governantes a figuras públicas de outras actividades: Evita, Fangio, Gardel, Maradona, como exemplos mais gritantes). Lembro-me em criança de ouvir notícias da Isabelita Peron e algum tempo mais tarde de Videla e seus rapazes. Quando foi do mundial de futebol em 78, esse fascínio renovou-se. A quando guerra das Malvinas, sim eu chamo Malvinas e já se percebe por quem eu “torci” nessa guerra.
Depois veio Maradona, o atleta que mais confusos sentimentos me provoca.Irrita-me como pessoa, fascina-me como atleta. Se Eusébio foi e é o meu ídolo desportivo (juntamente com Saraiva e Chalupa, explicarei noutra altura), se Pelé atinge uma dimensão cósmica, por força da minha idade e do trajecto de vida, Diego Armando Maradona, foi a vedeta transcendental do futebol que eu pude seguir a carreira. E fascinou-me, pelo menos até sair do Nápoles.

Pois vem esta conversa toda por causa da “queda” do Club Atlético River Plate, La máquina.
Em consequência de más épocas (a descida não é directa após determinada classificação. É muito complicado, coisas…) desceu de divisão. Passou para o segundo escalão. Imaginem o FCP, o SLB ou o SCP a descerem de divisão (Liga como se diz agora). O Pinto dava-lhe uma coisa, os super “qualquer coisa” vinham por ai a baixo a rebentar com todas as áreas de serviço. O SLB criava o maior escarcéu afirmando se uma conspiração nortenha. O SCP saba-se-lá. Acabaria por se alargar a liga, nem que fosse para 40 clubes.
(Talvez o Belenenses ( Que teve vários argentinos nas suas fileiras) volta-se ao seu lugar…hehehe!)
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Um país do outro mundo
A Inspeção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) detectou e estão agora a decorrer investigações da responsabilidade da Policia Judiciária.
É que no nosso amado país a população está a envelhecer tanto que os mortos já se tornaram cidadãos activos. Além de estarem nos cadernos eleitorais e safados reaccionários como são, não vão votar fazendo disparar a abstenção, agora foi detectado pela IGAS que médicos mortos andam a passar receitas a doentes mortos…
Deve ser um especialidade médica nova, que encontrou um nicho de mercado que está a crescer…
Afinal nós não somos um país do primeiro mundo, safámo-nos de ser do (cuidado) defunto bloco comunista, mas também ao contrário das más-línguas, não somos terceiro mundo. Somo do outro mundo.
(a partir de noticia no i)
in blog Poia
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

Graças e Loures se dêem a cada momento,
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento
“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente Jo 6,51
Das leituras da liturgia desta Solenidade que hoje celebramos, realço este versículo. É difícil explicar o que sinto perante a contradição. O ser Humano aspira à felicidade. Um conforto físico, acompanhado da posse de bens materiais que criam, ao menos supostamente, as condições para uma vez realizadas as condicionantes psicológicas, se atingir a felicidade. Infelizmente uma enorme parte da população mundial não alcança metade das condicionantes. As materiais. É mau e triste. Não é melhor que os que tendo a dimensão do ter, resolvida, se perdem no item ser. E é, entorno de destes factores, que se centra a mensagem deste versículo. Se o alimento físico não resolúvel pelo alimento espiritual, a satisfação do primeiro, não anula ou se quer diminui a necessidade do segundo. Sendo que o segundo em muito pode concorrer para o encontrar do primeiro. Então a um espírito simples e bem alimentado nos dois, não deixa de se por a pergunta: porque é que não comem se tem aonde o fazer e de graça?
Neste dia na oração: um louvor em Acção de Graças e uma suplica para que nunca nos faltem os pães (físico e espiritual) a nós e pelos que tem fome seja ela qual for, para que o Senhor na sua misericórdia os alimente.
Das leituras da liturgia desta Solenidade que hoje celebramos, realço este versículo. É difícil explicar o que sinto perante a contradição. O ser Humano aspira à felicidade. Um conforto físico, acompanhado da posse de bens materiais que criam, ao menos supostamente, as condições para uma vez realizadas as condicionantes psicológicas, se atingir a felicidade. Infelizmente uma enorme parte da população mundial não alcança metade das condicionantes. As materiais. É mau e triste. Não é melhor que os que tendo a dimensão do ter, resolvida, se perdem no item ser. E é, entorno de destes factores, que se centra a mensagem deste versículo. Se o alimento físico não resolúvel pelo alimento espiritual, a satisfação do primeiro, não anula ou se quer diminui a necessidade do segundo. Sendo que o segundo em muito pode concorrer para o encontrar do primeiro. Então a um espírito simples e bem alimentado nos dois, não deixa de se por a pergunta: porque é que não comem se tem aonde o fazer e de graça?
Neste dia na oração: um louvor em Acção de Graças e uma suplica para que nunca nos faltem os pães (físico e espiritual) a nós e pelos que tem fome seja ela qual for, para que o Senhor na sua misericórdia os alimente.
Em simultâneo com o blog saluxmundi.blogspot.com
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Poderemos confiar na democracia?
Não se trata de fazer uma crítica à democracia. Nem sequer de a por em causa. Somente um conjunto de questões que com muita frequência anda por dentro de mim.
Vejamos, posso confiar num sistema em que independente do interesse, formação e conhecimento, todos contem o mesmo? Não será uma forma de fazer de conta que todos contam para de pois manobrar os menos esclarecidos e depois apresentar uma legitimação? Será honesto? E inteligente?
Porque é que os regimes/governos democráticos insistem em divinizar a democracia? E apresentar-se como a única via saudável e respeitadora do Homem? Posso confiar num regime que (no nosso caso) permite partidos de extrema-esquerda e não permite extrema-direita? Posso confiar (no nosso caso) num regime que não pergunta nada, a não ser quem deve sentar-se nos lugares sabidos? Isto é não pergunta se queremos ter rei ou presidente, se queríamos ou não ficar reduzidos a esta faixa beira-mar na península ibérica, nem aos povos que ficaram do outro lado do mar foram consultados. E poderei confiar num regime que pergunta até que o povo aceite. E isso não é uma originalidade nossa, a Irlanda também o fez na questão europeia. Poderei confiar num regime que gerou tantas ditaduras, na nossa pátria e no estrangeiro? Não será mesmo um regime fazedor de ditaduras? Houve alguma democracia que se tenha referendado a si própria? Isto é perguntar ao povo, aquém em principio liberta e garante o bem-estar, governando com, pelo e para o povo, se a quer? Isto é porque é que se apresenta a si como a salvação e garantia, tão auto presumida que nem necessita de se legitimar?
Se alguém ler isto, logo surgirá quem diga que só o digo e publico porque estou numa democracia… (e estarei? A liberdade, nomeadamente a de expressão, é um exclusivo da democracia?)
Não dou respostas. Algumas perguntas ainda não encontraram em mim nenhuma resposta.
In blog pb
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