debruçada sobre o mar

debruçada sobre o mar

domingo, 25 de setembro de 2011

TV Cabo ou Zon ou outra estupidez qualquer…

É certamente um dos piores serviços (?!??) que existe neste pais. Consta que Meo ou Teo ou outro nome estúpido que lhe derem é igual.


Não funciona, tem empregados no terreno que pouco menos que primatas são, o atendimento é feito por retardados mentais com linguarejares pseudo - profissionais que normalmente, não sabem o que fazer mas debitam palavras que supositóriamente lhes enfiaram numa zona presumida como caixa craniana.

Direi que é (são) uma (várias) empresa (s) estilo Sousa, lembram-se dele, consta que está a estudar filosofia (técnica? E por fax?). Com ele fazem parte das piores coisas deste pais, apenas ultrapassada pela Abrilada e a Republica.

Essencialmente cobram e muito deficientemente prestam o suposto serviço que cobram…

Fica aqui registado o meu escarro nas fuças desses seres inferiores dos proprietários desonestos aos broncos funcionários.

Neste blog detestamos a TV CABO/Zon e seus concorrentes.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mais barulho faz uma árvore que cai, do que a que cresce numa floresta.

Carta de um sacerdote Católico ao NEW YORK TIMES


Querido irmão e irmã jornalistas:

Eu sou apenas um padre católico. Estou feliz e orgulhoso de minha vocação. Há vinte anos que vivo em Angola como missionário.


Vejo em muitos meios, especialmente no seu jornal a extensão de um tema mórbido, investigar em detalhes a vida de um padre pedófilo. De modo a obter um de uma cidade dos EUA, na década de 70, um na Austrália na década de 80 e, outros casos recentes... Certamente todos condenados! Algumas apresentações são jornalismo ponderada e equilibrada, outras amplificadas, cheio de preconceitos e até mesmo ódio. Dá-me muita dor por causa do mal profundo que pessoas que devem ser sinais do amor de Deus, são um punhal nas vidas de inocentes. Não existem palavras para justificar tais actos. Não há dúvida de que a Igreja não pode deixar de lado os fracos, os indefesos. Portanto, todas as medidas que são tomadas para a protecção, prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade.


Mas é curiosa a falta de interesse por notícias de milhares de sacerdotes que são consumidos por milhões de crianças, adolescentes e os mais desfavorecidos nos quatro cantos do mundo! Eu acho que os meios de comunicação não estão interessados no facto que eu tinha que ser transportados por estradas minadas em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe para Lwena (Angola), porque nem o governo estava preparado, nem as ONGs foram autorizadas; que teve de enterrar dezenas de pequenas mortes entre os deslocados pela guerra e aqueles que retornaram, que pode ter salvo a vida de milhares de pessoas no México pela única estação médica no 90.000 de alimentos, km2, bem como a distribuição de sementes. Temos a oportunidade da educação nessas escolas 10 anos, mais de 110 mil crianças ...


É interessante que outros sacerdotes tiveram de aliviar a crise humanitária de quase 15.000 pessoas no quartel da guerrilha, depois de sua entrega, porque a comida veio do Governo e da ONU. Não é novidade que um padre de 75 anos, Fr Robert, passa a noite na cidade de Luanda a cura as crianças de rua, levando-os para um abrigo, para desintoxicação, que centenas de prisioneiros são alfabetizados, que outros sacerdotes, como P. Stefano, dirige casas de abrigo para as crianças que são espancadas, violadas ou abusadas e buscar abrigo.

Nem Maiato Fray com os seus 80 anos, passando de casa em casa confortar os doentes e desesperados. Não é novidade que mais de 60 mil dos 400 mil sacerdotes e religiosos deixaram a sua terra e a sua família para servir a seus irmãos em leprosarias, hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de bruxas órfãos de pais que morreram com SIDA nas regiões mais pobres, escolas, centros de formação, centros de cuidados... ou seropositivos, paróquias e missões, motivando as pessoas a viver e amar.

Não é novidade que o meu amigo, o Padre Marcos Aurélio, para salvar alguns jovens durante a guerra em Angola, já transportou de Kalule a Dondo e retornando à sua missão foi morto a tiros na estrada que o irmão Francis, com cinco catequistas mulheres, para ir para ajudar as zonas mais remotas áreas rurais morreram em um acidente na rua, dezenas de missionários em Angola morreram por falta de assistência de saúde, por um simples malária, os outros têm explodido devido a uma mina, a visitar o seu povo. No cemitério estão as sepulturas Kalule dos primeiros sacerdotes que vieram para a região... Nenhum acima de 40 anos.


Não é notícia acompanhar o sacerdote que vive uma " vida normal" no seu dia-a-dia, comer, dificuldades, as alegrias da sua vida tranquilamente para a comunidade que serve.
A verdade é que não procuramos manchetes, mas simplesmente para trazer boas notícias, a notícia de que começou discretamente na noite de Páscoa.


Mais barulho faz uma árvore que cai, do que a que cresce numa floresta.

No pretendo fazer a apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote no é nem um herói nem um desequilibrado. É um simples homem, que com a sua humanidade busca seguir a Jesus e servir os seus irmãos. Tem misérias, pobrezas e fragilidades como cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura…


Insistir de forma obsessiva e persecutória num tema perdendo a visão de conjunto cria caricaturas ofensivas do sacerdócio católico que me faz sentir ofendido.

Só lhe peço amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza.
Isso o tornará nobre no exercício da sua profissão.

Em Cristo, P. Martín Lasarte

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Júlio Resende: Adeus e obrigado.

Explicação muito pertinente (e não pertinenta!)

"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".






No português existem os particípios activos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio activo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio activo do verbo ser? O particípio activo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a acção que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".





Enviou-me quem sabe do assunto. Agradeço. E eu aprendo e partilho. Não saberia explicar. Mas o meu “sentir” do Português e a estima que lhe tenho, dizia-me que seria assim. Agora dá para escarrapachar nas fuças (vem no dicionário) das feministas e ignorantes em geral.




E para colocar os presidentas do Brasil, num sabe, no seu devido lugar…no tanque, vice…




Esta história dos neologismos, não é para qualquer um….


Como se constata não respeitei o acordo ortográfico.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ele é submarinos. Ele é scuts. Ele ppe. Ele é Madeira….


Com tanto buraco (orçamental), isto não é um país. É um campo de golfe.



in blog Poia

O buraco da Madeira já está resolvido

PALOP devem 1.800 milhões a Portugal


Dívida oficial dos PALOP a Portugal


País Dívida % do total
Angola 1.087,30 milhões de euros 60% da dívida
Moçambique 394,63 milhões de euros 22%
Cabo Verde 202,22 milhões de euros 11%
Guiné-Bissau 95,07 milhões de euros 5%
São Tomé e Príncipe 36,97 milhões de euros 2%

Total
1.816,19 milhões de euros

Fonte: Ministério das Finanças - GPEARI. Valores em milhões de euros convertidos de dólares para euros com base na taxa de câmbio de 31 de Dezembro de 2010.
In artigo Negócios

Se os libertados países africanos de expressão portuguesa pagarem o que devem, a começar por Angola que até é o mais pobrezinho, a Madeira, passa a nota de rodapé.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mil visitas (desde que accionei o contador, mais portanto). 115 mensagens (mais esta)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Porque concordo, transcrevo.


Exmo. Sr. Presidente da República, Dr. Aníbal Cavaco Silva,

O meu nome é Catarina Patrício, sou licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, fiz Mestrado em Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sou doutoranda em Ciências da Comunicação também pela FCSH-UNL, projecto de investigação "Dissuasão Visual: Arte, Cinema, Cronopolítica e Guerra em Directo" distinguido com uma bolsa de doutoramento individual da Fundação para a Ciência e Tecnologia. A convite do meu orientador, lecciono uma cadeira numa Universidade. Tenho 30 anos.


Não sinto qualquer orgulho na selecção de futebol nacional. Não fiquei tão pouco impressionada... O futebol é o actual opium do povo que a política subrepticiamente procura sempre exponencial. A atribuição da condecoração de Cavaleiro da Ordem do Infante Dom Henrique a jogadores de futebol nada tem que ver com "a visão de mundo" (weltanschauung) que Aquele português tinha. A conquista do povo português não é no relvado. Sinto orgulho no meu percurso, tenho trabalhado muito e só agora vejo alguns resultados. Como é que acha que me sinto quando vejo condecorado um jogador de futebol? Depois de tanto trabalho e investimento financeiro em estudos?!! Absolutamente indignada. Sinto orgulho em muitos dos professores que tive, tanto no ensino secundário* como no superior. Sinto orgulho em tantos pensadores e teóricos portugueses que Vossa Excelência deveria condecorar. Essas pessoas sim são brilhantes, são um bom exemplo para o país... fizeram-me e ainda fazem querer ser sempre melhor. Tenho orgulho nos meus jovens colegas de doutoramento pela sua persistência nos estudos, um caminho tortuoso cujos resultados jamais são imediatos, isto numa contemporaneidade que sublinha a imediaticidade. Tenho orgulho até em muitos dos meus alunos, que trabalham durante o dia e com afinco estudam à noite.... São tantos os portugueses a condecorar...e o Senhor Presidente da República condecorou com a distinção de Cavaleiro da Ordem do Infante Dom Henrique jogadores de futebol... e que alcançaram o segundo lugar... que exemplo são para a nação? Carros de luxo, vidas repletas de vaidades... que exemplo são?!

Apresento-lhe os meus melhores cumprimentos,
Catarina

*Ó Catarina!? Então os professores do básico, não lhe ensinaram nada?

Foi lapso, não foi?

Eles também deviam ser condecorados!

Pronto vá lá está desculpada.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

249 dias sem governo e dizem que é recorde??! Só?

Allô Tintins!!? Engano rapazes!!?

Nós estamos desde 1974… façam lá igual….

in blog Poia.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Angola vai mudar de nome.







O abate do Quinaxixi foi só uma questão de planificação urbanística pormenorizada como é a cidade de Luanda desde 1975? Ou só uma questão de ganância de mais alguns? Ou só uma questão de apagar uma marca herdada do colonialismo? Ou só as três?



As obras na marginal? São só uma questão de novo-riquismo misturado com pechisbeque Bubai? Ou só uma questão de dar mais uns dinheiros a ganhar com uma obra estúpida e desnecessária? Ou vontade de mudar o rosto de Luanda, que os Portugueses deixaram? Ou as três?



Estes dois exemplos, provavelmente os mais evidentes e por isso visíveis a esta distância (física e emocional relativa àquele suposto país), levam-nos forçosamente a concluir que há dois aspectos comuns, e que por isso, poderão indicar alguma razoabilidade na suspeita: dinheiros e apagar heranças.



Imagine o leitor que alguém recebe uma boa, mesmo muito boa quantia em herança, e com o dinheirinho na sua conta, cospe (no sentido figurado e/ou próprio do termo) no seu testador? O que lhe ocorrerá pensar dessa pessoa? Presumo que nada de abonatório! Eu não consigo gostar de quem cospe no prato que comeu ou em quem lhe deu alguma coisa.



Um povo, aqui povo é uma mera figura retórica, porque esse desgraçado povo, só é chamado como pretexto, que não respeita o seu passado, não só não é digno do presente, como não terá um futuro promissor, certamente.



A má gestão dos dinheiros públicos, neste caso os petoquanzas, ou os diamantequanzas, é crime, contra o tal infeliz povo e a desditoso país.


Não é original e próprio de lacaios do imperialismo colonialista fascistas como Mobutu, Bokassa, só para dar exemplos do continente que muito repugnaram o mui marxista e soviético formado Sr. Santos. Na linguagem simples das pessoas comuns, chamam-lhe roubo. Coisa que obviamente não se pode aplicar ao continuador da revolução angolana que o MPLA, defensor do oprimido e escravizado povo. Nem à sua família proprietária de bancos e numerosos negócios na detestável terra Portuguesa, adquiridos com os proventos de tanto, árduo e honesto trabalho da família Santos. Recorde-se que este heróico resistente anti-colonialista começou a sua esforçada vida, a sua caminhada à gloriosa condução dos destinos dos seus irmãos, no fascizante colonial Liceu Nacional (português) Salvador Correia.



A questão “dinheiro” está espreitada. Passemos à questão apagar a marca/herança portuguesa.


Algumas questões soltas.



Quantos angolanos morreram em defesa ou na luta do estabelecer das fronteiras angolanas?



Estariam, nos momentos em que se estabeleceram os traços que dão a forma angolana, com tanto esforço e sacrifícios, criando postos militarizados em zonas remotas, por exemplo, os vários povos de Angola disponíveis para unirem esforços? Eles que se guerrearam e escravizaram durante séculos?



Se a marca portuguesa é vista com asco pelos defensores do povo, não seria já tempo de escolher outra língua, dar independência a Cabinda, que só está agregada ao território angolano, por decisão portuguesa? Não seria de mudar de nome?



Nesse caso era provável que encontrássemos proximamente um país chamado Santoslandia ex RP de Santoslávia ou coisa ridiculamente parecida.



Não é possível. Por mais areia que ponham a onde quer que seja. Angola é uma invenção portuguesa. E a criatura, nunca se liberta do criador, por mais que o faça. Podem afogar-se em petróleo, enterrarem-se em areia/terra com a boquinha cheia de diamantes, no meio da soterrada baía. Nunca conseguiram apagar a marca lusitana. As fronteiras herdadas do colonialismo, são sagradas dizia a OUA.



Posso renegar os meus parentes todos. Arranjar uma outra identidade, que será falsa. O sinal na pele que tenho na face direita. O Nariz, o sorriso. Denunciam-me. Eu sou neto e filho daquela gente.



Angola, é uma obra portuguesa. Tirem todos os monumentos (estátuas). Escondam-nas na fortaleza, mas ups, também foram os tugas que construíram o sítio onde vamos guardar os sinais mais exteriores e imediatos da sua impressão digital…





quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Jornadas Mundiais da Juventude. Madrid 2011


“Com todas as forças do meu coração: que nada e ninguém vos tire a paz; não vos envergonheis do Senhor! Ele fez questão de fazer-se igual a nós e experimentar as nossas angústias para levá-las a Deus, e assim nos salvou".

Bento XVI no discurso à chega a Madrid


Quinta18: Programa para o resto do dia
19:30
Cerimónia de boas- vindas dos jovens em Cibeles, cruzará a Porta de Alcalá com jovens dos cinco continentes. Depois, subirá ao papamóvel, que o levará até à praça Cibeles.
21:30
Uma luz na noite
Depois de receber o Papa em Cibeles, doze imagens de Nossa Senhora de todo o mundo estarão nas ruas de Madrid para que os jovens peregrinos as visitem, cantem e rezem.

Sexta-feira 19 de agosto
11:30 Encontro com religiosos jovens no Pátio dos Reis do Mosteiro de El Escorial. Encontro com professores universitários jovens, na Basílica de El Escorial.
19:30 Via Sacra na Praça Cibeles.

Sábado 20 de agosto
10:00 Missa para seminaristas na catedral da Almudena.
19:40 Visita à Fundação Instituto São José, centro de acolhimento a pessoas portadoras de deficiência da Ordem Hospitaleira de São João de Deus.
20:30 Vigília com os jovens no aeródromo de Cuatro Vientos.

Domingo 21 de agosto
9:00 Chegada a Cuatro Vientos e passagem em papamóvel pelo recinto.
09:30 Início da Missa de Envio da JMJ
17:30 Encontro com os voluntários da JMJ no recinto ferial IFEMA.
18:30 Despedida oficial no aeroporto de Barajas.

Aqui um momento de oração pelos jovens e todos os presentes nas jornadas. Para que Deus os ilumine, saibam aproveitar a presença inspiradora e pedagógica do Papa. Para que saibam dar uma resposta em caridade a quem os provoca e contesta. Um momento de oração pedindo perdão pelas ofensas dos que se sentem incomodados pela luz de Cristo que brilha nos jovens presentes na jornada.

in Luxmundi.blogspot.com


Uma salva de palmas (leia-se palmadas, era o que mereciam pela falta de maturidade cívica) a todos os democratas, respeitadores da liberdade de pensamento e de opção de vida, que se manifestaram agressivamente, com insultos ao Papa e aos peregrinos participantes na Jornada Mundial da Juventude em Madrid com beijos gay, arremesso de preservativos.

Alguns livres-pensadores agnósticos ateus, ainda não ultrapassaram o período da república espanhola que antecedeu a tragédia da guerra civil. Regista-se a elevação dos manifestantes.


Lamenta-se e regista-se o bulling social a que mais uma vez os crentes Católicos são sujeitos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011





"Bandita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre" Lc.1,42


in blog Sal Terrae Lux Mundi Saluxmundi.blogspot.com




15 de Agosto.
Data da reconquista de Angola ao Holandeses por Salvador Correia de Sá e Benevides. Dia de grande festa na mui Portuguesa e bonita cidade de São Paulo da Assunção de Luanda. Angola Portugal. Informalmente celebrava-se o dia de Luanda e Angola Portuguesa.

Regista-se por isso aqui e de forma especial esta data e o seu significado histórico para Angola Portuguesa, neste ano de modo solene, pelo cinquentenário da resistência portuguesa contra o terrorismo internacional contra a soberania nacional na província/estado.

Para assinalar esta data a que associamos o cinquentenário da guerra do ultramar português contra a ofensiva terrorista internacional, deixo algumas sugestões de leitura:

Documentais:
Angola: anatomia de uma tragédia. Cardoso, General Silva. Oficina do livro.*1
Angola, terra prometida. Fonseca, Ana Sofia. Esfera dos livros.*2
Era tempo de morrer em África. Carvalho, Nogueira e. Prefácio.
Um outro lado da guerra. Silveira, Nuno Roque da. Edições Colibri.
Memórias de África. Oliveira, Jorge Eduardo da Costa. IPAD.
Jogos Africanos. Pinto, Jaime Nogueira. Esfera dos Livros.
Angola 61. Mateus, Dalila Cabrita e Mateus, Álvaro. Texto.*3
Dias de coragem e de amizade. Pinto, Nuno Tiago. Esfera dos Livros*4

Romances:

Os retornados. Magalhães, Júlio. Esfera dos livros.
Angola amor impossível. Coelho, A. Passos. Fronteira do Caos.
Angola a ferro e fogo. Villiers, Gérard de. Saída de emergência.
O último ano em Luanda. Rebelo, Tiago. Editorial Presença*5
A balada do ultramar. Acácio, Manuel. Oficina do Livro. *6



*1Absolutamente fantástico. Aproveito para homenagear o Sr. General.
*2 Muito bom.
*3 Ainda não tive ocasião de o ler aprofundadamente. Autores com obras como: “Nacionalistas de Moçambique” e reportagens na zona libertada pelo PAIGC, chamo a atenção para eventual necessidade de uma leitura filtrada pelos valores da verdade pátria.
*4 Não me foi ainda possível fazer chegar ao autor o meu agradecimento pelo livro absolutamente fantástico e comovente. Presto aqui a minha homenagem ao autor e aos autores/protagonistas das histórias. A todos, mas em especial a estes o meu sentido e emocionado abraço. Já por muitas vezes pensei que tenho que fazer uma homenagem aos HEROIS do ultramar, mas não tenho nem coragem nem saber, para o fazer. Hei-de arranjar forma, ao menos que simbólica, de o fazer.
*5 Agradeci ao autor pela fantástica obra. De um enorme realismo. Eu sei. Eu vivi.
*6 Para o fim e de propósito, o mais fantástico dos romances que já li sobre o “fenómeno” descolonização/retornados/emocionalmente estropiados por causa da tragédia. Comovente. Tive ocasião de agradecer ao autor e faço aqui a minha homenagem pública e agradecimento por ter posto por escrito tantos sentimento que tenho comigo.
Deixo um excerto do livro:
“Eu sou de Angola… Eu ainda digo jindungo em vez de malagueta, geleira em vez de frigorífico, curita em vez de penso rápido e jinguba em vez de amendoim.”


Outros “documentos” e romances, há. Tenho-os, mas seleccionei estes. Sem qualquer intuito publicitário, uma referência a duas editoras. Pela qualidade e constância na abordagem da temática nas duas vertentes referidas. Esfera dos livros e Oficina do Livro. A estas instituições o meu obrigado, muitas edições e mais sobre este assunto.



Aos amigos que me visitam: um obrigado por continuarem a fazer. Um pedido de desculpas por esta ausência. Deveria ter avisado. Foi uma sequência de muito trabalho, seguido de uma viagem ao estrangeiro e um período de preguiça/descanso.
Estou de volta com a irregularidade me caracteriza este espaço. Obrigado por lerem. Boas férias para que ainda não as teve ou está a ter.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

No meio disto tudo houve uma alegria que foi a saída de Sócrates


Rita Ferro RTPN 6 Julho 2011


In blog pb

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ou o quê?

Imagine o estimado leitor, que na rua a onde vive havia duas mercearias. Por qualquer razão aquele espaço que estava ocupado com uma repartição iria ser vendido ou alugado. O candidato pretendia abrir uma mereceria, uma terceira, portanto. Os donos das mercearias. Dirigiam-se ao município e protestavam dizendo que não havia mercado suficiente para tanta mercearia. Deveria o estado/município voltar a trás e para não prejudicar as mercearias e os merceeiros continuar com a repartição? E se em vez de mercearias, fossem talhos? Ou restaurantes… ou cinemas? Ou padarias? …Ou estações de televisão?

Ou estações de televisão? Ou não estamos numa economia de mercado? Ou há áreas de investimento privadas…reservadas? Ou o quê?

Ou devo continuar a pagar a RTP que não vejo, para a SIC que não gosto e a TVI que também não gosto, poderem continuar a por no ar programas que não quero?

Ou o quê?


in blog pb