
Luanda Angola Portugal. Memórias. Desporto. Livros. Filmes. Televisão. Música. E tudo o que me for na Alma.
debruçada sobre o mar
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
...O que é polémico não são o que chama «as minhas posições», mas a forma como nos andam a vender o regime saído do 5 de Outubro. Imagine que alguém falava do Salazar mencionando apenas as barragens, o abono de família, a neutralidade na segunda guerra mundial, sem jamais referir a PIDE, a censura, a guerra colonial. Está a imaginar a gritaria que já não iria para aí? Pois é o que temos visto sobre o domínio da vida pública portuguesa pelo Partido Republicano depois de 1910: nada sobre a retirada do direito de voto à maioria da população, nada sobre a negação do direito de voto às mulheres, nada sobre o "empastelamento" e apreensão dos jornais, nada sobre a política de genocídio no sul de Angola, e o menos possível sobre a perseguição ao clero e aos sindicatos. É esse branqueamento, ao arrepio de toda a investigação histórica, que é polémico. Porque a verdade é que se voltássemos aos tempos de Afonso Costa, a maioria dos portugueses de hoje teria um choque tão grande como se voltássemos aos tempos de Salazar.
Rui Ramos Historiador, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. In DestaK
Rui Ramos Historiador, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. In DestaK
Sabia que a partir de 1915 só são admitidos na função pública, indivíduos que juraram fidelidade à Republica?
É de democratas não é? Que bom devem ter sido esses tempos de liberdade (se fores dos nossos) de fraternidade ( só servem os amigos) e de igualdade (eram todos do mesmo lado ou não entravam…)
E porque será que era errado jurar ser contra, com activo repúdio, o comunismo e ideias subversivas, no tempo do Salazarismo, para se poder entrar para a mesma função?
Estranho!…ou estou ver mal a coisa.!!!?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Jornalismo de "serviço"
A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".
Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".
Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá ("Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?"). O "Prós & Contras" só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.
Manuel António Pina In Público. Com a devida homenagem
Enviou-me um amigo
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Prémio Verdade.
Estamos pior que no tempo do fascismo
Ricardo Sá Fernandes Jornal Nacional – TVI 3 de Setembro 2010
O homem é advogado . Pessoa de crédito. Só pode estar a dizer a verdade.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
"O Islão deveria se tornar a religião de toda a Europa". Kadaffi
!!!! ? !!!
Primeiro todos os países muçulmanos se tornarem democracias parlamentares (verdadeiras) com respeito pelo direitos humanos, a começar pela liberdade religiosa e de expressão.
Depois de banida do planeta a shariah.
Depois do Papa poder fazer desafio igual, pró cristão , na grande Mesquita de Meca.
Depois falamos do assunto
!!!! ? !!!
Primeiro todos os países muçulmanos se tornarem democracias parlamentares (verdadeiras) com respeito pelo direitos humanos, a começar pela liberdade religiosa e de expressão.
Depois de banida do planeta a shariah.
Depois do Papa poder fazer desafio igual, pró cristão , na grande Mesquita de Meca.
Depois falamos do assunto
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Quem quer ser Lobo (ass)assina Antunes
Lobo Antunes disse:
"No meu batalhão [em Angola] éramos 600 militares e tivemos 150 baixas. Era uma violência indescritível (...) Eu estava numa zona onde havia muitos combates e para poder mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos. (...) E para podermos mudar, fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres, homens. Tudo contava, e como quando estavam mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros."
In DN.
Digo: Cada um fala do que fez, faz, pensa, deseja, sonha, diz… não pode é generalizar. Não pode é insinuar, afirmar, sugerir, que todos sejam iguais. Todos tenham feito igual.
Ele assume que foi criminoso de guerra.
Há tribunais internacionais para isso.
È necessário retirar as homenagens, prémios…
É preciso assumir que há em Portugal um assassino confesso e pelos vistos sem arrependimento, que não está preso, até tem carteira profissional e exerce a sua profissão, como os nazis fugidos e respeitáveis cidadãos na América do Sul (ou mesmo na Alemanha).
Afinal não foram os salazaristas a matarem os pretos. Foram respeitáveis vultos da cultura democrática, ex militantes de esquerda. ( Se calhar é isso que o absolve).
Olha se o homem tinha sido contínuo da PIDE. A esta hora estava em Haia a ser julgado.
"No meu batalhão [em Angola] éramos 600 militares e tivemos 150 baixas. Era uma violência indescritível (...) Eu estava numa zona onde havia muitos combates e para poder mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos. (...) E para podermos mudar, fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres, homens. Tudo contava, e como quando estavam mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros."
In DN.
Digo: Cada um fala do que fez, faz, pensa, deseja, sonha, diz… não pode é generalizar. Não pode é insinuar, afirmar, sugerir, que todos sejam iguais. Todos tenham feito igual.
Ele assume que foi criminoso de guerra.
Há tribunais internacionais para isso.
È necessário retirar as homenagens, prémios…
É preciso assumir que há em Portugal um assassino confesso e pelos vistos sem arrependimento, que não está preso, até tem carteira profissional e exerce a sua profissão, como os nazis fugidos e respeitáveis cidadãos na América do Sul (ou mesmo na Alemanha).
Afinal não foram os salazaristas a matarem os pretos. Foram respeitáveis vultos da cultura democrática, ex militantes de esquerda. ( Se calhar é isso que o absolve).
Olha se o homem tinha sido contínuo da PIDE. A esta hora estava em Haia a ser julgado.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
PORQUE SERÁ QUE EU SOU MONÁRQUICO?
Aproximando-nos do acontecimento do ano ou da década ou de qualquer outra coisa que é o Centenário da Bosta. É importante revermos.
-São DEZ (10) milhões de Euros. DEZ. MILÕES. Não leu mal. Não são dez mil…10.000.000 de euros. 10.000.000 €.
Um milhão por Português. Por mim podem poupar um milhão. Não quero participar na festa.
- Homenageia-se um regime que se afirma democrático e nunca perguntou se o queríamos!!!
Mas é normal eles nunca gostaram de eleições. Só uma brincadeira entre amigos. As leis eleitorais republicanas limitaram drasticamente o direito de voto da maioria da população. Em 1913, por exemplo, apenas 10% da população total estava representada, e 30% dos homens. Entre 1913 e 1925 o número de eleitores variou entre 397.038 e 574.206. O sufrágio universal nunca foi aceite pelos republicanos que desconfiavam da população, em particular dos analfabetos (70%) e das mulheres. (Só para não nos perdermos em 100 anos da coisa só tivemos uma primeiro ministra, zero chefes de estado femininos, na Monarquia, tivemos duas Rainhas e uma Regente. Na História Mundial a Monarquia é a forma de regime que mais mulheres levou à chefia de estado). Força mulheres republicanas e progressistas que lutais pela igualdade.
- Homenageia-se Afonso Costa, por exemplo, o paladino da luta anti-clerical, que prometeu ERRADICAR o catolicismo de Portugal em duas gerações. Os nazis também quiseram erradicar…, os soviéticos…, tudo sistemas profundamente democráticos. O Salazarismo também…pois mas isso não Republica… É nesta 1ª versão de regime que a actual coisa, vai beber e da qual é orgulhosa herdeira.
????? PORQUE SERÁ QUE EU SOU MONÁRQUICO???
Este post não seria possível (de outra forma de divulgação já se vê) durante a 1ª versão da Coisa…
Depois de algum tempo ausente, entre preguiça e férias cá volto. Estarei por perto.
Aproveito para um pensamento sobre preguiça:
“Preguiça não é nada mais do que o hábito de descansar antes de ficar cansado.”
Jules Renard.
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