debruçada sobre o mar

debruçada sobre o mar

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Aumentar os impostos era optar pelo caminho mais fácil.
José Sócrates Sousa . Fevereiro 2010

Está tudo dito pela sua própria boca !!!

domingo, 19 de setembro de 2010

O custo da MONARQUIA em ESPANHA é 0,19 € por espanhol.


O custo da REPÚBLICA em PORTUGAL é 1,58 € por português.


Governo espanhol transfere para a CASA REAL ESPANHOLA 9.000.000 €.



Governo português transfere para a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA 16.000.000 €.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Jornalismo de "serviço"

A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".
Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.

Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá ("Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?"). O "Prós & Contras" só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.


Manuel António Pina In Público. Com a devida homenagem
Enviou-me um amigo

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Prémio Verdade.

Estamos pior que no tempo do fascismo

Ricardo Sá Fernandes Jornal Nacional – TVI 3 de Setembro 2010

O homem é advogado . Pessoa de crédito. Só pode estar a dizer a verdade.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

"O Islão deveria se tornar a religião de toda a Europa". Kadaffi

!!!! ? !!!

Primeiro todos os países muçulmanos se tornarem democracias parlamentares (verdadeiras) com respeito pelo direitos humanos, a começar pela liberdade religiosa e de expressão.
Depois de banida do planeta a shariah.
Depois do Papa poder fazer desafio igual, pró cristão , na grande Mesquita de Meca.

Depois falamos do assunto

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Quem quer ser Lobo (ass)assina Antunes

Lobo Antunes disse:
"No meu batalhão [em Angola] éramos 600 militares e tivemos 150 baixas. Era uma violência indescritível (...) Eu estava numa zona onde havia muitos combates e para poder mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos. (...) E para podermos mudar, fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres, homens. Tudo contava, e como quando estavam mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros."
In DN.

Digo: Cada um fala do que fez, faz, pensa, deseja, sonha, diz… não pode é generalizar. Não pode é insinuar, afirmar, sugerir, que todos sejam iguais. Todos tenham feito igual.

Ele assume que foi criminoso de guerra.

Há tribunais internacionais para isso.
È necessário retirar as homenagens, prémios…
É preciso assumir que há em Portugal um assassino confesso e pelos vistos sem arrependimento, que não está preso, até tem carteira profissional e exerce a sua profissão, como os nazis fugidos e respeitáveis cidadãos na América do Sul (ou mesmo na Alemanha).

Afinal não foram os salazaristas a matarem os pretos. Foram respeitáveis vultos da cultura democrática, ex militantes de esquerda. ( Se calhar é isso que o absolve).

Olha se o homem tinha sido contínuo da PIDE. A esta hora estava em Haia a ser julgado.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

PORQUE SERÁ QUE EU SOU MONÁRQUICO?

Aproximando-nos do acontecimento do ano ou da década ou de qualquer outra coisa que é o Centenário da Bosta. É importante revermos.


-São DEZ (10) milhões de Euros. DEZ. MILÕES. Não leu mal. Não são dez mil…10.000.000 de euros. 10.000.000 €.
Um milhão por Português. Por mim podem poupar um milhão. Não quero participar na festa.


- Homenageia-se um regime que se afirma democrático e nunca perguntou se o queríamos!!!

Mas é normal eles nunca gostaram de eleições. Só uma brincadeira entre amigos. As leis eleitorais republicanas limitaram drasticamente o direito de voto da maioria da população. Em 1913, por exemplo, apenas 10% da população total estava representada, e 30% dos homens. Entre 1913 e 1925 o número de eleitores variou entre 397.038 e 574.206. O sufrágio universal nunca foi aceite pelos republicanos que desconfiavam da população, em particular dos analfabetos (70%) e das mulheres. (Só para não nos perdermos em 100 anos da coisa só tivemos uma primeiro ministra, zero chefes de estado femininos, na Monarquia, tivemos duas Rainhas e uma Regente. Na História Mundial a Monarquia é a forma de regime que mais mulheres levou à chefia de estado). Força mulheres republicanas e progressistas que lutais pela igualdade.


- Homenageia-se Afonso Costa, por exemplo, o paladino da luta anti-clerical, que prometeu ERRADICAR o catolicismo de Portugal em duas gerações. Os nazis também quiseram erradicar…, os soviéticos…, tudo sistemas profundamente democráticos. O Salazarismo também…pois mas isso não Republica… É nesta 1ª versão de regime que a actual coisa, vai beber e da qual é orgulhosa herdeira.

????? PORQUE SERÁ QUE EU SOU MONÁRQUICO???

Este post não seria possível (de outra forma de divulgação já se vê) durante a 1ª versão da Coisa…



Depois de algum tempo ausente, entre preguiça e férias cá volto. Estarei por perto.
Aproveito para um pensamento sobre preguiça:
“Preguiça não é nada mais do que o hábito de descansar antes de ficar cansado.”
Jules Renard.

sábado, 24 de julho de 2010

POR MOTIVO ATENDÍVEL,

VAMOS TROCAR DE CLASSE POLITICA...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Agora que o mundial de futebol está acabar....um ditado futebolistico, adaptado, logo mais nosso...
futebol e onze contra onze e no fim Portugal perde!!!!

quinta-feira, 10 de junho de 2010



Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos nossos egrégios avós…

Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Cinquentenário

Calcule-se o choque, a indignação, a ofensa dos ilustres membros do Bloco de Esquerda quando souberam que, em Aveiro, integrados nas comemorações dos cem anos de República, ia haver uns cortejos históricos entre os quais um com umas meninas e uns meninos mascarados com fardas da Mocidade Portuguesa, empunhando bandeiras e outros artefactos da época.
Os camaradas, pela boca de um obscuro fulano, Pedro Soares de seu nome, deputado (!?), dizem tratar-se de um “revisionismo inaceitável da história”, e revoltam-se com o facto de haver no tal cortejo “crianças do terceiro ano, ainda com pouca crítica histórica e política”.
Os ilustres comunistas do Bloco, demonstrando elevada cultura, acham que “é muito discutível que se considere o Estado Novo como República”.
Ocorre, antes de mais, perguntar a tal gente o que anda ela a comemorar: os cem anos de quê? Se o Estado Novo não era uma república, então só podem comemorar aí uns 52 anos. Se se juntar à não República o período do Sidónio Pais, conhecido como “presidente-rei” (que horror!), ficam só com 50 anos para comemorar. Coitados.
O Estado Novo serve, assim, dois objectivos “educacionais” opostos: mostrar que, para efeitos histórico filosóficos, não foi uma república mas, para efeitos de contas republicanas, foi. Ou seja, se se quer gastar umas massas em maluquices comemoratórias, qualquer coisa serve, menos a honestidade, coisa à primeira vista tão simples.
Resta aos camaradas, por outro lado, demonstrar que o Estado Novo não se chamava “República Portuguesa” e que o Marechal Carmona e seus sucessores não eram “Presidentes da República”. Outra solução será dizer que o General Craveiro Lopes era filho do Marechal Carmona e este avô do Almirante Tomás, integrando a V Dinastia.

Os comunistas sempre foram e serão assim, aliás seguidos de perto pelos jacobinos e outros “netos” do glorioso Afonso Costa. A História, para eles, é o que lhes convenha, não o que aconteceu. Se for preciso riscar o Estado Novo da História, óptimo.
Deve ser esta a filosofia dos ilustres “historiadores” bloquistas, como o Rosas e o Tavares. Nem que para isso tornem indemonstrável a existência dos cem anos que comemoram, com grande cópia de dinheiro e de realizações “culturais”.

À boa maneira soviética e ratal (de largo do rato, ainda que por lá andem inúmeros comandantes de castelo), o que não interessa, risca-se. Portugal não existiu entre 1926 e 1974. Como a Constituição, estupidamente, diz que Portugal é uma República, se o Estado Novo não era uma República, o país não existiu durante ele. Já agora, se Portugal é uma República, o que havia antes do 5 de Outubro não era Portugal. Ou seja, somos, não uma Nação com quase 900 anos de vida, mas uma jovem República, com uns meros 50.

É uma tristeza. As aldrabices que se inventa para vangloriar o que não merece! As trafulhices que se congemina para varrer o que se odeia! Que gente!

Para acabar, uma referência às “comemorações” aveirenses. Parece que vai haver uma recriação histórica da República, que inclui, pelo menos o regicídio, o 5 de Outubro, a primeira república, a segunda, os congressos da oposição e a actualidade.
Deseja o IRRITADO que, em Aveiro, haja algum respeito pela História, ao contrário do que se passa no largo do rato e na cabeça dos comunistas do Bloco.

8.6.10

António Borges de Carvalho

In Blog Irritado, com o devido respeito, a devida homenagem e por estar inteiramente de acordo.

quinta-feira, 3 de junho de 2010



Daqui eu não sou,


Eu nunca fui daqui!


Quem dera,


fazer daqui


Um outro lugar...




















Porque a fuga é impossível,
Tanto quanto o esquecimento.
Porque os fantasmas não me largam
E atacam de surpresa.
Porque ao fim de tanto tempo
O tempo não passou.
Porque estou cansado
E não vislumbro descanso
Destas batalhas comigo próprio.
Porque há sempre uma música escondida
Que nada tem que ver,
Mas transporta, derrota, esmaga e eleva.
Porque há a tentação de acrescentar mais uma linha,
Mais uma que permita ficar, voltar
Tentar fazer daqui um outro lugar.






O Outro lugar.

Ao ouvir Cinema paradiso de Ennio Morricone E um pedaço de letra do Voo do mesmo autor em parceria com Dulce Pontes.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

MAIO, 28

domingo, 16 de maio de 2010

Até que os leões tenham suas histórias, os contos de caça glorificarão sempre o caçador.

(provérbio africano)
É por isso que se comemora o centenário da imposição da república!

domingo, 9 de maio de 2010




11 de Maio, terça-feira:
08.50 - Partida de avião do Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci de Fumicino, em Roma, para Lisboa
11.00 - Chegada ao Aeroporto Internacional da Portela, em Lisboa
Acolhimento oficial
Discurso do Santo Padre
12.45 - Cerimónia de boas-vindas, frente ao Mosteiro dos Jerónimos
Breve visita ao Mosteiro dos Jerónimos
13.30 - Visita de cortesia ao Presidente da República, no Palácio de Belém
18.15 - Santa Missa no Terreiro do Paço. Homilia do Santo Padre
Mensagem do Santo Padre comemorativa do 50º aniversário da inauguração
do Santuário de Cristo Rei de Almada


12 de Maio, quarta-feira:
07.30 - Santa Missa, em privado, na Capela da Nunciatura Apostólica
10.00 - Encontro com o mundo da cultura, no Centro Cultural de Belém
Discurso do Santo Padre
12.00 - Encontro com o primeiro-ministro, na Nunciatura Apostólica
15.45 - Despedida da Nunciatura Apostólica
16.40 - Partida de helicóptero do Aeroporto Internacional da Portela de Lisboa para Fátima
17.10 - Chegada ao heliporto no grande parque do novo Estádio Municipal de Fátima
17.30 - Visita à Capelinha das Aparições
Oração do Santo Padre
18.00 - Celebração das Vésperas com sacerdotes, diáconos, religiosos/as,
seminaristas e agentes de pastoral, na Igreja da SS.ma Trindade
Discurso do Santo Padre
21.30 - Bênção das velas, na Capelinha das Aparições
Discurso do Santo Padre. Oração do Rosário


13 de Maio, quinta-feira:
10.00 - Santa Missa na esplanada do Santuário de Fátima
Homilia do Santo Padre. Saudações do Santo Padre
13.00 - Almoço com os Bispos de Portugal
e com o Séquito Papal no Refeitório da Casa de Nossa Senhora do Carmo
17.00 - Encontro com as Organizações da Pastoral Social,
na Igreja da SS.ma Trindade.
Discurso do Santo Padre
18.45 - Encontro com os Bispos de Portugal
no Salão da Casa de Nossa Senhora do Carmo.
Discurso do Santo Padre


14 de Maio, sexta-feira:
08.00 - Despedida da Casa de Nossa Senhora do Carmo
08.40 - Partida de helicóptero do heliporto de Fátima para o Porto
09.30 - Chegada ao heliporto do Quartel da Serra do Pilar, em Gaia
10.15 - Santa Missa na Avenida dos Aliados, no Porto
Homilia do Santo Padre
13.30 - Cerimónia de despedida no Aeroporto Internacional Sá Carneiro do Porto. Discurso do Santo Padre
14.00 - Partida de avião do Porto para Roma
18.00 - Chegada ao Aeroporto de Ciampino, em Roma