Luanda Angola Portugal. Memórias. Desporto. Livros. Filmes. Televisão. Música. E tudo o que me for na Alma.
debruçada sobre o mar
sábado, 9 de outubro de 2010
Excelente D. Lara. Eu sei. Eu passei. Também sei o caminho da raiva.
Vivi em Moçambique e houve uma coisa chamada descolonização e só sabe o que foi quem passou por ela. É muito complicado encarar isso de uma forma mais limpa, sem raivas. Imagine que lhe dizem: “Olhe você agora vai viver para a Birmânia. “Ninguém se queria vir embora de uma terra paradisíaca. Cai de pára-quedas com 17 anos em Portugal (metrópole, digo eu Bilesses) e foi nessa altura que a raiva vem da revolta. Em termos políticos ficamos com o estigma de que estávamos todos a fazer mal aos naturais de Africa.
Lara Li. entrevista no i
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
...O que é polémico não são o que chama «as minhas posições», mas a forma como nos andam a vender o regime saído do 5 de Outubro. Imagine que alguém falava do Salazar mencionando apenas as barragens, o abono de família, a neutralidade na segunda guerra mundial, sem jamais referir a PIDE, a censura, a guerra colonial. Está a imaginar a gritaria que já não iria para aí? Pois é o que temos visto sobre o domínio da vida pública portuguesa pelo Partido Republicano depois de 1910: nada sobre a retirada do direito de voto à maioria da população, nada sobre a negação do direito de voto às mulheres, nada sobre o "empastelamento" e apreensão dos jornais, nada sobre a política de genocídio no sul de Angola, e o menos possível sobre a perseguição ao clero e aos sindicatos. É esse branqueamento, ao arrepio de toda a investigação histórica, que é polémico. Porque a verdade é que se voltássemos aos tempos de Afonso Costa, a maioria dos portugueses de hoje teria um choque tão grande como se voltássemos aos tempos de Salazar.
Rui Ramos Historiador, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. In DestaK
Rui Ramos Historiador, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. In DestaK
Sabia que a partir de 1915 só são admitidos na função pública, indivíduos que juraram fidelidade à Republica?
É de democratas não é? Que bom devem ter sido esses tempos de liberdade (se fores dos nossos) de fraternidade ( só servem os amigos) e de igualdade (eram todos do mesmo lado ou não entravam…)
E porque será que era errado jurar ser contra, com activo repúdio, o comunismo e ideias subversivas, no tempo do Salazarismo, para se poder entrar para a mesma função?
Estranho!…ou estou ver mal a coisa.!!!?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Jornalismo de "serviço"
A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".
Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".
Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá ("Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?"). O "Prós & Contras" só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.
Manuel António Pina In Público. Com a devida homenagem
Enviou-me um amigo
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Prémio Verdade.
Estamos pior que no tempo do fascismo
Ricardo Sá Fernandes Jornal Nacional – TVI 3 de Setembro 2010
O homem é advogado . Pessoa de crédito. Só pode estar a dizer a verdade.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
"O Islão deveria se tornar a religião de toda a Europa". Kadaffi
!!!! ? !!!
Primeiro todos os países muçulmanos se tornarem democracias parlamentares (verdadeiras) com respeito pelo direitos humanos, a começar pela liberdade religiosa e de expressão.
Depois de banida do planeta a shariah.
Depois do Papa poder fazer desafio igual, pró cristão , na grande Mesquita de Meca.
Depois falamos do assunto
!!!! ? !!!
Primeiro todos os países muçulmanos se tornarem democracias parlamentares (verdadeiras) com respeito pelo direitos humanos, a começar pela liberdade religiosa e de expressão.
Depois de banida do planeta a shariah.
Depois do Papa poder fazer desafio igual, pró cristão , na grande Mesquita de Meca.
Depois falamos do assunto
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Quem quer ser Lobo (ass)assina Antunes
Lobo Antunes disse:
"No meu batalhão [em Angola] éramos 600 militares e tivemos 150 baixas. Era uma violência indescritível (...) Eu estava numa zona onde havia muitos combates e para poder mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos. (...) E para podermos mudar, fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres, homens. Tudo contava, e como quando estavam mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros."
In DN.
Digo: Cada um fala do que fez, faz, pensa, deseja, sonha, diz… não pode é generalizar. Não pode é insinuar, afirmar, sugerir, que todos sejam iguais. Todos tenham feito igual.
Ele assume que foi criminoso de guerra.
Há tribunais internacionais para isso.
È necessário retirar as homenagens, prémios…
É preciso assumir que há em Portugal um assassino confesso e pelos vistos sem arrependimento, que não está preso, até tem carteira profissional e exerce a sua profissão, como os nazis fugidos e respeitáveis cidadãos na América do Sul (ou mesmo na Alemanha).
Afinal não foram os salazaristas a matarem os pretos. Foram respeitáveis vultos da cultura democrática, ex militantes de esquerda. ( Se calhar é isso que o absolve).
Olha se o homem tinha sido contínuo da PIDE. A esta hora estava em Haia a ser julgado.
"No meu batalhão [em Angola] éramos 600 militares e tivemos 150 baixas. Era uma violência indescritível (...) Eu estava numa zona onde havia muitos combates e para poder mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos. (...) E para podermos mudar, fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres, homens. Tudo contava, e como quando estavam mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros."
In DN.
Digo: Cada um fala do que fez, faz, pensa, deseja, sonha, diz… não pode é generalizar. Não pode é insinuar, afirmar, sugerir, que todos sejam iguais. Todos tenham feito igual.
Ele assume que foi criminoso de guerra.
Há tribunais internacionais para isso.
È necessário retirar as homenagens, prémios…
É preciso assumir que há em Portugal um assassino confesso e pelos vistos sem arrependimento, que não está preso, até tem carteira profissional e exerce a sua profissão, como os nazis fugidos e respeitáveis cidadãos na América do Sul (ou mesmo na Alemanha).
Afinal não foram os salazaristas a matarem os pretos. Foram respeitáveis vultos da cultura democrática, ex militantes de esquerda. ( Se calhar é isso que o absolve).
Olha se o homem tinha sido contínuo da PIDE. A esta hora estava em Haia a ser julgado.
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