debruçada sobre o mar

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domingo, 12 de junho de 2011

Le Mans






Desde pequeníssimo me lembro de ir ver corridas de carros, no circuito da fortaleza, com a minha mãe, outra fanzoca do fenómeno automóvel. Em criança algures pelos 10 anos num fim de tarde de domingo no cinema Império levaram-se a ver um dos meus filmes de sempre. Le Mans de Steve Mcqueen. Se aficionado era a agarrado passei. Entre os eventos que me encandeiam está Le Mans e as suas Vinte e Quatro Horas. (Tal com GP F1 do Mónaco como já assinalei.)
Este fim-de-semana foi de Le Mans e há algumas coisas, para além de registar a enorme excitação e gozo que a prova me provoca. O brilhante 2º lugar na geral de Lamy (é não é a primeira vez que sucede). A espectacular transmissão da Eurosport – Portugal, que com três horas de neutralização, sendo a maior parte desse tempo já depois do sol se pôr, o que torna tudo mais difícil para uma transmissão televisiva do género, conseguiram, entre histórias engraçadas, curiosidades e convidados presentes e por telefone, manter o interesse de transmissão e a diversão. Para eles os parabéns e o obrigado.






Quanto ao primeiro aspecto a comentar o lugar mais que honroso do piloto nacional, que nem foi o único com direito a pódio, mas por ser na classificação geral é mais visível, logo mais notável, deve assinalar-se a limitação grave de espírito das gentes desportivas de ocidental praia, que deveria ter saído à rua e gritado. O que teria sido se a selecção nacional de futebol tivesse ficado em segundo numa prova com a mesma importância equiparada. Amanhã ninguém faria nada a não ser dizer como fomos brilhantes e certamente prejudicados pelo tempo, árbitro ou pelo adversário que injustamente jogo melhor que nós e nos ganhou.
Com era só uma corridita que é o maior evento automobilístico, bem ninguém falará.
Fica aqui o meu amor confesso pelos objectos com rodas que se deslocam a enormes velocidades e encantam meio mundo criando heróis míticos.
Fica aqui a minha homenagem ao Pedro, o registo do fascínio pelo filme que vi no cinema uma vez, na televisão outra e depois que consegui comprar, um incontável número de vezes. Outra homenagem ao Steve preparo, mas para já, um obrigadão.












domingo, 22 de maio de 2011

Sou Fanzoca: Rolling Stones






Sem considerações sobre o seu passado transbordante de coisa que me desagradam. Sem considerações sem mais nada que não seja o gozo especialíssimo que a sua música me proporciona (com os dois mega concertos no Alvalde velho e novo e como experimentei uma espécie de nirvana). Sem mais que não seja para dizer que sou fanzoca, que já me ampliaram momentos já de si bons e me tiraram de muitos maus.
Para mim e para muitos, talvez quase todos, a banda mais importante e marcante da história.
A eles o meu obrigado


(Só para retornas - Já imaginaram os Stones num concerto no Parque Heróis de Chaves, No Miramar ou nos Coqueiros com o palco no lado da porta da maratona)