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debruçada sobre o mar
domingo, 19 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Oitava da Páscoa. 2015. 6ª feira.
Naquele tempo, Jesus
apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi
assim: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da
Galileia, os filhos de Zebedeu e outros discípulos de Jesus.
Simão Pedro disse a eles: “Eu vou
pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas
não pescaram nada naquela noite. Já tinha amanhecido, e Jesus estava de
pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. Então Jesus
disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”.
Jesus disse-lhes: “Lançai a rede
à direita da barca, e achareis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la
para fora, por causa da quantidade de peixes. Então, o discípulo a quem
Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o
Senhor, vestiu uma roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar.
Os outros discípulos vieram com a
barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra,
mas somente a cerca de cem metros. Logo que pisaram a terra, viram brasas
acesas, com peixe em cima, e pão. Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos
peixes que apanhastes”.
Então Simão Pedro subiu ao barco
e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três
grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. Jesus
disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem
era ele, pois sabiam que era o Senhor.
Jesus aproximou-se, tomou o pão e
distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. Esta foi a
terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.
(Jo 21,1-14)
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Oitava da Páscoa. 2015. 5ªfeira
Naquele tempo, os
discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham
reconhecido Jesus ao partir o pão. Ainda estavam falando, quando o próprio
Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
Eles ficaram assustados e
cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma. Mas Jesus disse: “Por
que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e
meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem
ossos, como estais vendo que eu tenho”.
E dizendo isso, Jesus
mostrou-lhes as mãos e os pés. Mas eles ainda não podiam acreditar, porque
estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa
para comer?” Deram-lhe um pedaço de peixe assado. Ele o tomou e comeu
diante deles. Depois disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando
ainda estava convosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito
sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.
Então Jesus abriu a
inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, e lhes disse:
“Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia e
no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações,
começando por Jerusalém. Vós sereis testemunhas de tudo isso”.
(Lc 24,35-48)
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Oitava da Páscoa. 2015. 4ª feira.
Naquele mesmo dia, o primeiro
da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús,
distante onze quilómetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas
que tinham acontecido.
Enquanto conversavam e
discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os
discípulos, porém, estavam como cegos, e não o reconheceram. Então Jesus
perguntou: “Que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto
triste, e um deles chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em
Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?
Ele perguntou: “Que foi?” Os
discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um
profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo.
Nossos sumos-sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte
e o crucificaram. Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas,
apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram!
É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de
madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram,
dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. Alguns
dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham
dito. A ele, porém, ninguém o viu”.
Então Jesus lhes disse: “Como
sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!
Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” E,
começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas
as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.
Quando chegaram perto do
povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. Eles, porém,
insistiram com Jesus, dizendo: “Fica connosco, pois já é tarde e a noite vem
chegando!” Jesus entrou para ficar com eles. Quando se sentou à mesa com
eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.
Nisso os olhos dos discípulos
se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente
deles. Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando
ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” Naquela
mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os
Onze reunidos com os outros. E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor
ressuscitou e apareceu a Simão!” Então os dois contaram o que tinha
acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.
(Lc 24,13-35)
terça-feira, 7 de abril de 2015
Oitava da Páscoa. 2015. 3ª feira.
Naquele tempo, Maria estava
do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para
dentro do túmulo. Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados
onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
Os anjos perguntaram: “Mulher,
por que choras?” Ela respondeu: ”Levaram o meu Senhor e não sei onde o
colocaram”. Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas
não sabia que era Jesus. Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem
procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que
o levaste diz-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.
Então Jesus disse: “Maria!” Ela
voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre). Jesus
disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos
meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. Então
Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que
Jesus lhe tinha dito.
(Jo 20,11-18)
A cada pergunta... sua resposta.
A pergunta: Querem ter outro presidente de direita? (Alegre)
A resposta: Sim...(Biquatas)
Mas de direita... mesmo.
O Sr. Silva não é, nunca foi e agora não sabe do que é!
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Oitava da Páscoa. 2015. 2ª feira. Aleluia.
Naquele tempo, as mulheres
partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande
alegria, para dar a notícia aos discípulos. De repente, Jesus foi ao encontro
delas, e disse: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se
diante de Jesus, abraçando seus pés.
Então Jesus disse a elas: “Não
tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá
eles me verão”. Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à
cidade, e comunicaram aos sumos-sacerdotes tudo o que havia acontecido.
Os
sumos-sacerdotes reuniram-se com os anciãos, e deram uma grande soma de
dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: “Dizei que os discípulos dele foram
durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. Se o
governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos. Não vos preocupeis”.
Os soldados pegaram o dinheiro, e
agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, o boato espalhou-se
entre os judeus, até o dia de hoje.
Com Cristo mortos. Com Cristo Ressuscitados.
Unido espiritualmente às vitimas
do terrorismo no Quénia.
Mortos apenas por serem Cristãos.
O Cristianismo não cultiva suicídios/falsos
martírios.
Aceita o martírio.
Os Católicos (e outros Cristão) são
a religião mais perseguida, mas o mundo politicamente correcto ignora.
Somos vítimas diariamente de várias
formas de perseguição, desde estas, as mais graves que atentam a vida, até às
mais “discretas", como a ofensa às sua convicções.
Cristo Ressuscitado, que por estes
dias celebramos de forma ainda mais intensa, é a nossa força.
Louvado seja Deus.
domingo, 5 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Semana Santa. 2015. 6ª feira.
Irmãos: Temos um sumo sacerdote
eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos
firmes na fé que professamos.
Com efeito, temos um sumo sacerdote
capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo
como nós, com excepção do pecado.
Aproximemo-nos então, com toda a
confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a
graça de um auxílio no momento oportuno.
Cristo, nos dias de sua vida
terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que
era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus.
Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus, por
aquilo que ele sofreu. Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de
salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
(Hb 4,14-16; 5,7-9)
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Semana Santa. 2015. 5ª feira.
Era antes da festa da Páscoa.
Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai;
tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
Estavam tomando a ceia. O diabo
já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de
entregar Jesus. Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos
e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou
o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa
bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com
que estava cingido.
Chegou a vez de Simão Pedro.
Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não
entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.
Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me
lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte
comigo”. Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas
também as mãos e a cabeça”.
Jesus respondeu: “Quem já se
banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós
estais limpos, mas não todos”.
Jesus sabia quem o ia entregar;
por isso disse: “Nem todos estais limpos”.
Depois de ter lavado os pés dos
discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos:
“Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis
bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés,
também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que
façais a mesma coisa que eu fiz.
(Jo 13,1-15)
106
Obrigado pelo exemplo de vitalidade. Pelo exemplo de viver até ao fim. Pela projecção do nome de Portugal.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Semana Santa. 2015. 4ª feira
Naquele tempo, um dos doze
discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e
disse: “Que me dareis se vos entregar Jesus?” Combinaram, então, trinta moedas
de prata. E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar
Jesus.
No primeiro dia da festa dos
Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que
façamos os preparativos para comer a Páscoa?” Jesus respondeu: “Ide à
cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo
está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos”.
Os discípulos fizeram como Jesus
mandou e prepararam a Páscoa. Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze
discípulos. Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós
vai me trair”. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe
perguntar: “Senhor, será que sou eu?”
Jesus respondeu: “Quem vai me
trair é aquele que comigo põe a mão no prato. O Filho do Homem vai morrer,
conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho
do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” Então Judas, o traidor,
perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”.
Mt 26,14-25
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